sábado, 25 de agosto de 2007


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__Resident Evil 3 : A Extinção__



Baseada em um game de bastante sucesso, a franquia "Resident Evil" invadiu as telonas em 2002, com o primeiro filme intitulado de "Resident Evil: O Hóspede Maldito". Agora, o mais novo projeto da adaptação do jogo é "Resident Evil 3: A Extinção". Dirigido por Russell Mulcahy ("Highlander, o Guerreiro Imortal"), o filme começa onde o último filme terminou. Alice (Milla Jovovich, de "Ultravioleta"), agora se escondendo no deserto de Nevada, mais uma vez junta forças com Carlos Olivera (Oded Fehr, de "Gigolô Europeu por Acidente") e L.J. (Mike Epps, de "The Honeymooners"), juntamente com os novos sobreviventes Claire (Ali Larter), K-Mart (Spencer Locke) e a enfermeira Betty (Ashanti) para tentar eliminar o vírus mortal que ameaça transformar toda a raça humana em mortos-vivos... e para buscar justiça. Desde que foi aprisionada pela Umbrella Corporation, Alice tem sido objeto de experimentos biogenéticos que a alteraram geneticamente, dando a ela força, destreza e sensibilidade sobre-humanas. Essas habilidades, e muito mais, serão necessárias se alguém quiser permanecer vivo. Desde o início, Paul W. S. Anderson, responsável pela direção do primeiro "Resident Evil" e produtor e roteirista deste terceiro projeto, revelou a sua intenção em fazer três filmes baseados no game de sucesso. "Resident Evil: O Hóspede Maldito", de 2002, contou com um orçamento de U$ 32 milhões, um valor considerado alto para um filme de terror, gênero que não estava tão em alta na época, no entanto, conseguiu se pagar, arrecadando U$ 40 milhões apenas em seu país de origem e ganhando mais de U$ 100 milhões em nível mundial. Um sucesso enorme, visto que o projeto possuía censura pra "maiores de 18 anos". Já o segundo longa contou com um orçamento um pouco mais alto, de U$ 43 milhões, arrecadando nos EUA uma quantia em torno de U$ 50 milhões. Agora, o terceiro projeto, que tem estréia marcada para 2007, com certeza levará mais fãs alucinados aos cinemas.

__O Que É Isso Che?__



Quem não tem um amigo(a) metido(a) a super dotado culturalmente ou que acha todos os blockbusters uma porcaria por que só assiste a filmes de arte? Geralmente eles são ou foram estudantes de universidades federais/estaduais e usam roupas vermelhas com imagens de revolucionários, ou são defensores ardorosos do cinema nacional. Nada contra os gostos de cada um, mas acho que tem limite para tudo. Eu respeito a opinião, agora aceitar são outros quinhentos. E quando isso acaba interferindo em algo, eu fico com muita raiva. Vou dar um exemplo, que pode até parecer anti-ético, mas como não vou citar nomes, não tem problema. Geralmente recebemos muitos e-mails todos santo dia de pessoas de todo o país (e até fora dele, já que temos muitos acessos nos EUA e adjacências) que querem ser os novos Rapaduras, que querem fazer parte da nossa famosa, premiada e sensacional equipe. Então, uma dessas pessoas chamou a atenção. Mandou um e-mail bacana, dizendo que queria falar dos filmes de arte para popularizar um pouco mais o mercado e etc. Aceitamos na boa e fomos conversar com essa pessoa eletronicamente. Entre uma conversa e outra, perguntamos se ela teria disponibilidade para produzir sobre o mercado comercial, cerca de 96,99999% do mercado que atingimos. Mercado comercial, no caso, filmes comerciais. Blockbusters e coisas do gênero. Sabe qual foi a resposta: “Eu posso até produzir, mas isso vai contra os meus princípios”.

Essa frase foi tão forte que preferi até pular do parágrafo. Escrever sobre blockbusters é contra os princípios? O que isso tem a ver? Só porque você é contra o PT que não pode escrever sobre ele? Só porque você torce pelo Vasco que não pode escrever sobre o Flamengo? Cadê a imparcialidade? Cadê o profissionalismo? Vamos sair dessa parte e ir para algo mais abrangente. Você tem um grupo de amigos e todos combinam de ver “Transformers” no fim de semana. Todos concordam, menos um, aqueles neandertal que é metido a Che Guevara que diz que tudo isso é culpa do sistema. Este também prefere não ver TV porque é controlada pela mídia, não escuta rádio porque a música cantada nelas geralmente são norte-americanas e outras frescuras do tipo.

Qual o problema em ver um blockbuster? Questão de gosto não se discute, mas deixar de ver por que não quer contribuir para algo ilusório que eles defendem é foda. Tem gente que deixa de tomar coca-cola por causa do capitalismo e não por causa do mal que ela faz. Entendem o que quero dizer? Cada um pensa da forma que quer, mas eu fico muito fulo quando vejo esse tipo de gente fazendo esse tipo de coisa. Se não já bastasse ter que aceitar políticos corruptos, agora temos que aturar uma epidemia de mentes fechadas.

Agora dizer que tudo é culpa do “sistema” para os problemas do mundo não resolve nada. Se quiser defender algo, faça com convicção. Não use telefone celular, não veja TV, não use computador, não coma McDonalds, não tome coca-cola, não escute músicas no rádio, não use câmeras fotográficas, não faça nada. Assim irei respeitar sua decisão. No mais, deixe de frescura, você não sabe o que está perdendo deixando de assistir a vários filmes bons por causa de besteira. Abra a cabeça e tome uma Brahma. E pare de dizer que a culpa é do sistema, porque todo programador fica fulo com isso.