domingo, 18 de novembro de 2007

Manifesto Contra as Continuações Despropositadas!

Alguns filmes trazem na sua essência um fechamento natural de história. De maneira tal, que não existe como fazer uma continuação desse longa. Ele é bem feito, produzido, finalizado e construído (com utilização de tempo necessário para contar a história), e não necessita de uma segunda parte. Na verdade, não existe como trazer uma segunda parte dele sem desmerecer a qualidade e o bom nome do primeiro. São exemplos disso os recentes (talvez não tão recentes) “Efeito Borboleta” e “Premonição”.

Mas alguns “mercenários” da indústria cinematográfica insistem em ir de contrapartida a essa lógica e filmar novos episódios, usando do bom desempenho do antecessor para conseguir algum dinheiro de alguns espectadores que não percebem essa enrolação e ficam até mesmo felizes em saber que podem assistir um pouquinho mais daquilo que os satisfez algum tempo atrás.

O primeiro modo de reconhecer esses aspirantes a roubo de obra alheia é olhar os créditos: grande parte da equipe técnica do primeiro sequer entra no segundo (ou terceiro, ou quarto…), porque já sabe de antemão da bomba que está por vir, e visando manter a boa reputação e o respeito entre os profissionais, tira o nome de “projetos” como esse.

Basta de usar filmes que arranhem a imagem dos originais simplesmente por ganância! Basta de estúdios que não conseguem ter a mentalidade de que apoiar trabalhos como esse acabam por desacreditar o cinema para as pessoas! Basta de tentar obter sucesso em projetos que não merecem nosso respeito!

Somos terminantemente contra a banalização de bons enredos, somos contra as continuações despropositadas que ferem o fechamento de filmes que merecem um ponto final e não uma vírgula seguida de continuação!Alguns filmes trazem na sua essência um fechamento natural de história. De maneira tal, que não existe como fazer uma continuação desse filme. Ele é bem feito, produzido, finalizado e construído (com utilização de tempo de filme necessário para contar a história), e não necessita de uma segunda parte. Na verdade, não existe como trazer uma segunda parte dele sem desmerecer a qualidade e o bom nome do primeiro. São exemplos disso os recentes (talvez não tão recentes) “Efeito Borboleta” e “Premonição”.

Mas alguns “mercenários” da indústria cinematográfica insistem em ir de contrapartida a essa lógica e filmar novos episódios, usando do bom desempenho do antecessor para conseguir algum dinheiro de alguns espectadores que não percebem essa enrolação e ficam até mesmo felizes em saber que podem assistir um pouquinho mais daquilo que os satisfez algum tempo atrás.

O primeiro modo de reconhecer esses aspirantes a roubo de obra alheia é olhar os créditos: grande parte da equipe técnica do primeiro sequer entra no segundo (ou terceiro, ou quarto…), porque já sabe de antemão da bomba que está por vir, e visando manter a boa reputação e o respeito entre os profissionais, tira o nome de “projetos” como esse.

Basta de usar filmes que arranhem a imagem dos originais simplesmente por ganância! Basta de estúdios que não conseguem ter a mentalidade de que apoiar trabalhos como esse acabam por desacreditar o cinema para as pessoas! Basta de tentar obter sucesso em projetos que não merecem nosso respeito!

Somos terminantemente contra a banalização de bons enredos, somos contra as continuações despropositadas que ferem o fechamento final de filmes que merecem um ponto final e não uma vírgula seguida de continuação!

terça-feira, 11 de setembro de 2007



Sua pele é o que você come

Beleza não põe mesa, mas está à mesa. A alimentação balanceada, além de fazer bem à saúde, ajuda a tornar as pessoas mais bonitas e atraentes

Para se ter uma pele bonita e hidratada nada melhor do que aproveitar os alimentos considerados mais leves. “A alimentação mais saudável para a pele é aquela balanceada, rica em fibras, vegetais crus, frutas, legumes, leite e derivados magros. Além de possuírem importantes vitaminas e minerais que neutralizam radicais livres, esse alimentos contém fibras que melhoram o funcionamento do intestino”, afirma Fernanda.

“A pele é
resultado da sua alimentação. Os nutrientes que estão presentes
no corpo, vão nutrindo sua pele.”

Os alimentos também contribuem na hora do bronzeado. Para a dermatologista Ligia Kogos, as mulheres que querem uma coloração dourada devem ingerir alimentos como cenoura, mamão papaia, abóbora e brócolis. “Esses alimentos têm betacaroteno, que ajudam a prolongar o bronzeado”, declara.

Acnes

Ter uma pele lisinha, livre de cravos e acnes, é o que muitas mulheres desejam. Mas isso depende também de um bom ritual alimentar. “A oleosidade da pele e o surgimento da acne são problemas de inúmeras causas. As alterações hormonais são as principais responsáveis, principalmente na adolescência. Apesar disso, a boa alimentação, associada a um estilo de vida saudável, pode amenizar o problema”, afirma Ligia Kogos.

Segundo a nutricionista Fernanda Giannecchini, a alimentação mais recomendada para evitar a acne são os vegetais crus, frutas, legumes, leite e derivados magros.

“Beber muito líquido é uma outra boa medida para manter a pele hidratada. Isso porque a hidratação se dá de dentro para fora”, explica.

Ligia Kogos afirma que os alimentos ricos em gorduras são os principais causadores de acnes. “Evitar o consumo de alimentos ricos em gordura saturada, como carne bovina e suína, carboidratos e chocolates são dicas fundamentais para se ter uma pele saudável, pois esse tipo de gordura favorece a obstrução das glândulas sebáceas, piorando as lesões da acne”, diz Ligia.

Envelhecimento

A alimentação exerce um papel importantíssimo na estética facial e corporal. Fernanda Giannecchini afirma que determinados nutrientes atuam na promoção e manutenção de uma pele saudável, no controle dos efeitos deletérios dos radicais livres e assim amenizam e retardam o envelhecimento.

Confira abaixo alguns hábitos e atitudes diárias que poderão ajudar na sua prevenção:

- Manter uma alimentação saudável, equilibrada a base de frutas, legumes, verduras e carnes brancas, evitando alimentos gordurosos e industrializados;

- Evite ou reduza o consumo de açúcar (sacarose) e de açúcar simples, devido seu efeito nefasto sobre o sistema digestivo e pela sua ação acidificante no sangue tende a criar problemas cutâneos, principalmente quando combinado com alimentos muito gordurosos, que impede a pele de respirar adequadamente;

- Ingerir cerca de 2 litros de água por dia ajuda a hidratar a pele de dentro para fora, além de purificar o organismo;

- Praticar atividade física ao ar livre, pois ajuda a levar sangue e nutrientes à pele e tonificando os músculos;

- Dormir em média 8 horas de sono todas as noites;

- Evite fumar. Fumar destrói a vitamina C, que mantém as fibras de colágeno presas à pele e a pele presa ao tecido adiposo subjacente, além de aumentar os radicais livres no organismo;

- Evitar bebidas alcoólicas;

- Limpar, tonificar e hidratar a pele no mínimo 2 vezes ao dia adequados ao seu tipo de pele;

- Utilizar filtro solar, mesmo em dias nublados ou chuvosos;

- Aprenda a descontrair-se e a levar a vida com menos seriedade. Sorria mais – quando estamos mais tensos toda pele fica mais enrugada e com aspecto mais velho.



sábado, 25 de agosto de 2007


I made this Flash Music Player at MyFlashFetish.com.

__Resident Evil 3 : A Extinção__



Baseada em um game de bastante sucesso, a franquia "Resident Evil" invadiu as telonas em 2002, com o primeiro filme intitulado de "Resident Evil: O Hóspede Maldito". Agora, o mais novo projeto da adaptação do jogo é "Resident Evil 3: A Extinção". Dirigido por Russell Mulcahy ("Highlander, o Guerreiro Imortal"), o filme começa onde o último filme terminou. Alice (Milla Jovovich, de "Ultravioleta"), agora se escondendo no deserto de Nevada, mais uma vez junta forças com Carlos Olivera (Oded Fehr, de "Gigolô Europeu por Acidente") e L.J. (Mike Epps, de "The Honeymooners"), juntamente com os novos sobreviventes Claire (Ali Larter), K-Mart (Spencer Locke) e a enfermeira Betty (Ashanti) para tentar eliminar o vírus mortal que ameaça transformar toda a raça humana em mortos-vivos... e para buscar justiça. Desde que foi aprisionada pela Umbrella Corporation, Alice tem sido objeto de experimentos biogenéticos que a alteraram geneticamente, dando a ela força, destreza e sensibilidade sobre-humanas. Essas habilidades, e muito mais, serão necessárias se alguém quiser permanecer vivo. Desde o início, Paul W. S. Anderson, responsável pela direção do primeiro "Resident Evil" e produtor e roteirista deste terceiro projeto, revelou a sua intenção em fazer três filmes baseados no game de sucesso. "Resident Evil: O Hóspede Maldito", de 2002, contou com um orçamento de U$ 32 milhões, um valor considerado alto para um filme de terror, gênero que não estava tão em alta na época, no entanto, conseguiu se pagar, arrecadando U$ 40 milhões apenas em seu país de origem e ganhando mais de U$ 100 milhões em nível mundial. Um sucesso enorme, visto que o projeto possuía censura pra "maiores de 18 anos". Já o segundo longa contou com um orçamento um pouco mais alto, de U$ 43 milhões, arrecadando nos EUA uma quantia em torno de U$ 50 milhões. Agora, o terceiro projeto, que tem estréia marcada para 2007, com certeza levará mais fãs alucinados aos cinemas.

__O Que É Isso Che?__



Quem não tem um amigo(a) metido(a) a super dotado culturalmente ou que acha todos os blockbusters uma porcaria por que só assiste a filmes de arte? Geralmente eles são ou foram estudantes de universidades federais/estaduais e usam roupas vermelhas com imagens de revolucionários, ou são defensores ardorosos do cinema nacional. Nada contra os gostos de cada um, mas acho que tem limite para tudo. Eu respeito a opinião, agora aceitar são outros quinhentos. E quando isso acaba interferindo em algo, eu fico com muita raiva. Vou dar um exemplo, que pode até parecer anti-ético, mas como não vou citar nomes, não tem problema. Geralmente recebemos muitos e-mails todos santo dia de pessoas de todo o país (e até fora dele, já que temos muitos acessos nos EUA e adjacências) que querem ser os novos Rapaduras, que querem fazer parte da nossa famosa, premiada e sensacional equipe. Então, uma dessas pessoas chamou a atenção. Mandou um e-mail bacana, dizendo que queria falar dos filmes de arte para popularizar um pouco mais o mercado e etc. Aceitamos na boa e fomos conversar com essa pessoa eletronicamente. Entre uma conversa e outra, perguntamos se ela teria disponibilidade para produzir sobre o mercado comercial, cerca de 96,99999% do mercado que atingimos. Mercado comercial, no caso, filmes comerciais. Blockbusters e coisas do gênero. Sabe qual foi a resposta: “Eu posso até produzir, mas isso vai contra os meus princípios”.

Essa frase foi tão forte que preferi até pular do parágrafo. Escrever sobre blockbusters é contra os princípios? O que isso tem a ver? Só porque você é contra o PT que não pode escrever sobre ele? Só porque você torce pelo Vasco que não pode escrever sobre o Flamengo? Cadê a imparcialidade? Cadê o profissionalismo? Vamos sair dessa parte e ir para algo mais abrangente. Você tem um grupo de amigos e todos combinam de ver “Transformers” no fim de semana. Todos concordam, menos um, aqueles neandertal que é metido a Che Guevara que diz que tudo isso é culpa do sistema. Este também prefere não ver TV porque é controlada pela mídia, não escuta rádio porque a música cantada nelas geralmente são norte-americanas e outras frescuras do tipo.

Qual o problema em ver um blockbuster? Questão de gosto não se discute, mas deixar de ver por que não quer contribuir para algo ilusório que eles defendem é foda. Tem gente que deixa de tomar coca-cola por causa do capitalismo e não por causa do mal que ela faz. Entendem o que quero dizer? Cada um pensa da forma que quer, mas eu fico muito fulo quando vejo esse tipo de gente fazendo esse tipo de coisa. Se não já bastasse ter que aceitar políticos corruptos, agora temos que aturar uma epidemia de mentes fechadas.

Agora dizer que tudo é culpa do “sistema” para os problemas do mundo não resolve nada. Se quiser defender algo, faça com convicção. Não use telefone celular, não veja TV, não use computador, não coma McDonalds, não tome coca-cola, não escute músicas no rádio, não use câmeras fotográficas, não faça nada. Assim irei respeitar sua decisão. No mais, deixe de frescura, você não sabe o que está perdendo deixando de assistir a vários filmes bons por causa de besteira. Abra a cabeça e tome uma Brahma. E pare de dizer que a culpa é do sistema, porque todo programador fica fulo com isso.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

...Simpsons,O Filme...





Os Simpsons fazem sucesso onde passam =]

Homer Simpson tem um novo bicho de estimação: um porco. Devido a um silo perfurado e cheio de fezes, um desastre de grandes proporções acontece em Springfield. Isto faz com que uma multidão sedenta por vingança se reúna diante da casa dos Simpsons, querendo Homer e sua família de qualquer jeito. Eles conseguem escapar, mas a partir de então os Simpsons passam a discutir e se dividir sobre o ocorrido. Paralelamente o ocorrido chama a atenção do presidente dos Estados Unidos, Arnold Schwazenegger, e do chefe da Agência de Proteção Ambiental, Russ Cargill, que planeja realizar um plano diabólico para conter o desastre ocorrido. "Os Simpsons", criado por Matt Groening, é o desenho animado de maior longevidade na história da TV nos Estados Unidos. Tem, ao todo, dezoito temporadas completas e mais de 383 episódios desde sua estréia em 17 de Dezembro de 1989. Surgiu inicialmente em 1987 como uma série de curtas de trinta segundos

produzidos por Groening para a série de televisão “The Tracey Ullman Show.” A reação dos telespectadores foi tão positiva que "Os Simpsons" evoluiu para um programa, estreando como um especial de Natal de meia hora em 17 de dezembro de 1989, e depois como série regular em 14 de Janeiro de 1990. A série foi elogiada pela crítica e ganhou inúmeros prêmios, inclusive um prêmio Peabody, dezessete prêmios Emmy, doze prêmios Annie, três prêmios Genesis, sete prêmios International Monitor e quatro prêmios Environmental Media. Em 14 de janeiro de 2000, a série ganhou uma Estrela na Calçada da Fama em Hollywood. É visto em mais de cem países. Altamente satírico, o seriado critica a sociedade estadunidense como um todo. Tem como alvos principais a classe média e a mediocridade americana

Não Conte O Filme A Ninguem


Uma forma bastante manjada, usada pelos grandes estúdios como forma de merchandising de suas produções, é colocar em seus meios de divulgação (que incluem trailers, chamadas de televisão, pôsteres e páginas oficiais), a frase: “Não conte o final deste filme a ninguém”. Usando um pouco de bom senso, não é correto sair contando os finais de filme nenhum a ninguém, porém, o uso desta frase nunca deixa de causar uma espécie de alerta à curiosidade do expectador, que se sente quase que na obrigação de ir ao cinema, nem mesmo por interesse pelo filme em si, mas pela vontade de matar a curiosidade e conferir o “final surpreendente”. Muitas vezes este final não corresponde à altura das expectativas do público.

Tal estratégia foi utilizada em “A Vila” (2004), de M. Night Shyamalan, e no lançamento “O Amigo Oculto”. Este último utilizou deste meio, uma forma diferente de chamar a atenção do público: todos os rolos com o filme foram entregues às distribuidoras sem o final, deixando os rolos com a conclusão do longa para serem entregues em mãos, apenas momentos antes de sua primeira exibição, tudo para que o final não fosse descoberto com antecedência e revelado na Internet. Sem dúvidas, foi um lance muito inteligente, pois essa estratégia da FOX logo caiu no conhecimento da mídia e do público, atenuando cada vez mais a curiosidade a respeito do conteúdo do “final misterioso”.

Afinal, o que podemos classificar como um “final surpreendente”? È, simplesmente, aquele desfecho da história que pode durar poucos segundos, e nos fazer, após o término do filme, repassar toda a história em nossas cabeças, reimaginando tudo sob uma forma totalmente diferente do que foi vista pela primeira vez. Em outras palavras, um filme com “final surpreendente” é uma obra que brinca com o expectador, fazendo-o acreditar estar entendendo a história, quando, no final, nada é como ele imaginava.

Fiz aqui uma lista de dez filmes que seguem esse estilo. Com certeza eles farão você surpreender-se com os seus respectivos finais:

1 - PSICOSE (1960)
Este grande clássico do mestre do suspense Alfred Hitchcock (de “Os Pássaros” e “Janela Indiscreta”), é, sem dúvidas, um dos melhores suspenses da história. Prima pela direção frenética de Hitchcock, uma trilha sonora mais do que marcante,e a atuação perfeita de Anthony Perkins como o calmo e simples, porém lunático, Norman Bates. Uma pena foi o fato de o diretor Gus Van Sant ter tido a idéia de refilmá-lo em cores, no ano de 1999, estragando todo o charme do original. Destaque no filme para a famosa cena do assassinato no chuveiro, além, é claro, da grande reviravolta do final. Janet Leigh interpreta uma secretária que rouba 40 mil dólares para que possa casar. Durante a fuga, erra o caminho e chega a um velho motel, onde é amavelmente atendida pelo dono (Anthony Perkins), mas escuta a voz da mãe do rapaz, que diz não desejar a presença de uma estranha. Mal sabe a moça o que virá a acontecer em apenas uma noite neste motel.

2 - OS SUSPEITOS (1995)
Este excelente filme dirigido por Bryan Singer (dos dois “X-Men” e “O Aprendiz”), criou um dos vilões mais assustadores do cinema, sem sequer sabermos quem ele é até o último segundo do filme, Só ao pronunciar o seu nome, Keyser Soze, já nos dá um frio na espinha. Kevin Spacey dá aqui um verdadeiro show de interpretação, em que, merecidamente, recebeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua interpretação. Spacey vive Roger “Verbal” Kint, um criminoso com deficiência física que narra para um policial (interpretado por Chazz Palmiteri) uma chacina ocorrida em um cais. Esta tragédia resultou em 27 mortos e 91 milhões de dólares desaparecidos, e o único fato sabido, é da existência do nome de Keyser Soze por trás de tudo. Reviravoltas são detalhes que não faltam nessa produção. O final, realmente é de deixar todos com o queixo no chão, e intimidados perante o show dado por Kevin Spacey. Também merecido, o filme recebeu o Oscar de Melhor Roteiro Original.

3 - O SEXTO SENTIDO (1999)
Em seu ano de lançamento, o tal “final surpreendente” foi comentado em toda esquina, e o público ficou conhecendo a grande vocação do diretor M. Night Shyamalan de fazer suspense. “O Sexto Sentido” deu início à uma onda de filmes com temas que envolvem o sobrenatural, apelativos para os sustos, e com a obrigação de forçar um final surpresa. Recebeu seis indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Haley Joel Osment), Melhor Atriz Coadjuvante (Toni Collette), Melhor Roteiro Original e Melhor Montagem. Bruce Willis interpreta um psicólogo infantil que busca se recuperar de um trauma sofrido anos antes, quando um de seus pacientes lhe deu um tiro e, em seguida, suicidou-se em sua frente. Seu personagem assume o caso de um garoto de oito anos, interpretado pelo talentoso Haley - Joel Osment (indicado ao Oscar), que tem dificuldades de entrosamento no colégio e vive paralisado de medo. Um dia, o menino revela para o psicólogo a razão de tanto medo: ele possui o dom de ver pessoas mortas.

4 - AS DUAS FACES DE UM CRIME (1996)
Com este thriller de tribunal, o mundo ficou conhecendo o talento de Edward Norton, que fazia o seu primeiro filme e, de cara, ganhou o Globo de Ouro, e foi indicado para o Oscar na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. Norton interpreta um jovem de 19 anos preso sob a acusação de assassinar um arcebispo com 78 facadas. Um ex-promotor (Richard Gere), que se tornou um advogado bem-sucedido, propõe defendê-lo, sem cobrar honorários. Ele tem um motivo para isto: adora ser coberto pela mídia, além de ter uma incrível necessidade de vencer. O jovem demonstra ser muito calmo e tímido, mas logo mostra sofrer de dupla-personalidade e se torna uma pessoa rude, de péssimo caráter, capaz de fazer qualquer coisa. O filme é envolvente e faz o expectador simpatizar com o jovem tímido, e, ao mesmo tempo, sentir raiva da sua segunda personalidade, deixando a sua possível inocência em dúvida. O filme possui grandes momentos de tensão, e a química entre os personagens de Richard Gere e Edward Norton é muito envolvente.

5 - CLUBE DA LUTA (1999)
Neste chocante longa do cineasta David Fincher (que já havia dirigido Brad Pitt em “Seven”), existe muito mais do que lutas e violência como muitos enxergam. Por trás de todo o roteiro há uma grande crítica ao capitalismo e o consumismo, de forma bastante inteligente. Edward Norton interpreta um executivo que trabalha como investigador de seguros de uma grande montadora de automóveis. Ele vive em loucura progressiva e, para driblar suas crises de insônia, extravasa sua ansiedade em sessões de terapia grupal, ao lado de gente com câncer, tuberculose e outras doenças, pois é só no meio de moribundos, que ele se sente vivo e assim consegue dormir. Repentinamente, entra na sua vida Tyler Durden (Brad Pitt), um maluco que tem a idéia de por à prova seu instinto animalesco em combates corporais, fundando o “Clube da Luta”. Com o tempo, Tyler demonstra que seus planos vão além da criação do clube, uma mania, que ganha adeptos no país inteiro.

6 – AMNÉSIA (2001)
De certa forma, é até covardia citar “Amnésia” nesta lista de finais surpreendentes, pois o filme consegue nos surpreender a cada cinco minutos através de sua narrativa de trás para frente, de modo que nunca sabermos exatamente o que está ocorrendo com o personagem de Guy Pearce. Por outro lado, o final (que na verdade equivale ao começo da história) é a chave para tantas reviravoltas, e, pode acreditar, é mesmo impressionante. “Amnésia” foi a maior surpresa do ano de 2001, aparecendo discretamente nos cinemas, e logo virou cult pelo seu roteiro e sua montagem geniais (ambos indicados ao Oscar). Revelou ao mundo o diretor Christopher Nolan, que este ano, será o responsável por trazer o Homem-Morcego de volta às telas. Guy Pearce interpreta um homem que sobrevive a um ataque de um ladrão em que perde a sua mulher, e passa a sofrer de uma doença que o impede de gravar na memória fatos recentes, o que faz com que ele esqueça por completo o que aconteceu poucos instantes antes. Ele parte em uma jornada pessoal, a fim de descobrir o assassino de sua mulher para poder vingá-la.

7 – SEVEN – OS 7 CRIMES CAPITAIS (1995)
Um filme impressionante em todos os aspectos. Esta é a definição para “Seven”. É ao lado de “O Silêncio dos Inocentes”, em minha opinião, o melhor filme do gênero. O tal “final surpreendente” deste, foge um pouco do estilo dos outros desta lista, pois ao contrário dos outros, ele não muda todo o resto da história, brincando com nossa imaginação. Ou melhor, ele mexe, sim, com nossa imaginação, mas apenas no exato momento, fazendo imaginarmos imagens angustiantes não mostradas, e atiçando nossa curiosidade. O final de “Seven”, chega a ser um dos mais chocantes e inteligentes já feitos para o cinema, chegando a ser perturbador e genial. Brad Pitt interpreta um policial jovem e impetuoso, e Morgan Freeman, um policial maduro e prestes a se aposentar. Os dois são encarregados de uma perigosa investigação: encontrar um assassino em série que extermina as pessoas seguindo a ordem dos sete pecados capitais.

8 - O SUSPEITO DA RUA ARLINGTON (1999)
Este é o caso de um filme pouco visto, mas que merece ser conferido pelo seu roteiro muito bem desenvolvido e, principalmente, pelo duelo de interpretações entre Jeff Bridges e Tim Robbins, ambos muito bem em uma verdadeira batalha de egos. O final, além de surpreender, nos faz refletir sobre a situação mundial de que em todo canto do planeta existem grupos terroristas planejando algo sobre pessoas inocentes. Brigdes interpreta um professor de História que faz amizade com seus novos vizinhos (Tim Robbins e Joan Cusack), logo após ter salvado o filho do casal. No começo, tudo parece correr bem entre a sua família e a deles, mas logo começa a desconfiar que há algo suspeito, e passa a investigar sobre o passado de seu vizinho, descobrindo diversos fatos obscuros. Ele, então, começa a tomar consciência do perigo pelo qual ele e sua família estão passando, e resolve ir a fundo em suas investigações, descobrindo um plano terrorista que visa explodir um prédio público.

9 – OS OUTROS (1999)
Pelo fato de ter estreado aqui depois de “O Sexto Sentido”, seu final, apesar de muito impressionante, não provocou o mesmo impacto no público, mas, nem por isso, tirou o prestígio desse ótimo filme. Nicole Kidman está em um de seus melhores momentos, vivendo uma mulher que, durante a 2ª Guerra Mundial, decide por se mudar, juntamente com seus dois filhos, para uma mansão isolada na ilha de Jersey, a fim de esperar que seu marido retorne da guerra. Como seus filhos possuem uma estranha doença que os impedem de receber diretamente a luz do sol, a casa onde vivem está sempre em total escuridão. Eles vivem sozinhos, seguindo, religiosamente, certas regras, como nunca abrir uma porta sem fechar a anterior, mas quando eles contratam empregados para a casa, diversos acontecimentos estranhos e assustadores começam a acontecer.

10 – CORPO FECHADO (2000)
O diretor M. Night Shyamalan acabou usando os “finais surpreendentes” como a sua marca registrada. Após impressionar o mundo com “O Sexto Sentido”, ele volta a dirigir Bruce Willis, mas agora sem crianças que vêem mortos. Mesmo não tendo um final de impacto como em seu filme anterior, “Corpo Fechado” também surpreende, mostrando os lados que às vezes não costumamos enxergar nas pessoas. Shyamalan, desta vez, foca o mundo dos super-heróis, de forma muito bem feita, através de suas filosofias de como viver e agir em um mundo humano. Bruce Willis interpreta David Dunne, um segurança de estádio de futebol que sobrevive a um espantoso desastre de trem, o qual todos os passageiros morrem e ele sai ileso, para espanto dos médicos e de si mesmo. Buscando explicações sobre o ocorrido, ele encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um estranho que tem uma deficiência: possui ossos frágeis, vulneráveis a qualquer pancada. Elijah tenta convencer David de que ele é exatamente o oposto dele, que ele seja um super herói “inquebrável”
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